domingo, 25 de outubro de 2009

EDUCAÇÃO E LIMITES



café filosófico 01

EDUCAÇÃO E LIMITES



café filosófico 02

sábado, 24 de outubro de 2009

EDUCAÇÃO E LIMITES



café filosófico 03

EDUCAÇÃO E LIMITES



café filosófico 04

EDUCAÇÃO E LIMITES



café filosofico 05

EDUCAÇÃO E LIMITES



café filosófico 06

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Pedagogia Empresarial


A importância do pedagogo na empresa

Pedagogo ou Psicólogo?

O problema a ser colocado nessa pesquisa será sobre: A disputa por uma vaga no setor de Recursos Humanos. Pedagogo ou Psicólogo? Quem está mais qualificado para assumir tal função? O porquê que a maioria das empresas ainda permanece na escolha por um psicólogo.


Portanto o presente trabalho vem mostrar que cabe ao pedagogo empresarial auxiliar no processo de desenvolvimento de instrumentos que permite ao indivíduo (funcionário) a desenvolver-se, instrumentos estes que os capacitarão para um melhor rendimento e propondo medidas para o seu desempenho, com obtenção de dados e informações a fim de obter um aumento na produtividade tanto pessoal quanto organizacional.

Lidar com pessoas tornou-se hoje uma atividade completamente diferente do que se fazia a algum tempo atrás. Hoje em plena era da informação, as empresas enfrentam um desafio importantíssimo na administração de pessoas e nesse impasse de mudanças e competitividade das empresas é necessária uma nova estrutura organizacional em busca da utilização de meios para conhecimento das pessoas, preparando-as e qualificando-as de acordo com o perfil desejado pela empresa sendo então devidamente preparadas e motivado.

As organizações dependem diretamente das pessoas para produzir seus bens e serviços, servir bem seus clientes, competir no mercado a fim de atingir seus objetivos globais e estratégicos como: produtividade, crescimento sustentado, lucratividade, redução de custo, qualidade nos produtos e serviços, e imagens.

Esse órgão chamado de RH deve ser um órgão de enriquecimento de talentos e não de controle e fiscalização; gerenciar com pessoas e não as pessoas. Deve-se incentivar a participação das pessoas nas decisões utilizando ao máximo a inteligência e o talento das pessoas para obter sinergia de esforços e ampliação de conhecimentos.


O setor de recursos humanos deve investir no capital intelectual e capacitar as pessoas criando condições para que elas utilizem eficazmente as suas habilidades. Portanto a pedagogia vem de uma forma bem definida traçando objetivos que possam ser alcançados com uma compreensão clara do que se entende na política de Recursos Humanos de uma empresa.

O objetivo do tema escolhido é mobilizar e atentar para as tarefas do pedagogo na empresa. Visto que uma empresa é um espaço educativo, entra aí então o papel da Pedagogia, atuando com estratégias e metodologias para informações, conhecimentos e realizações de objetivos, tendo como resultado um melhor aprimoramento, qualificação profissional e pessoal dos funcionários.

No entanto é oportuno acrescentar que investir em algumas horas trabalhadas em educação e treinamento é um grande investimento, pois a dupla conseqüência desse esforço é a maior competitividade da empresa e mais empregabilidade para seus funcionários onde os mesmos agregam um alto desenvolvimento pessoal, progresso na empresa, nas relações interpessoais e de trabalho, auto-realização, reconhecimento do trabalho em si e segurança no emprego.

Para que tais objetivos possam ser alcançados, torna-se necessário uma compreensão clara do que se entende na política de recursos humanos da empresa, como eficiência, eficácia e cujos esses objetivos buscam muito mais do que acumular técnicas ou conhecimentos, mas, acima de tudo, promover mudanças e atitudes mais amplas.

A sua principal missão é desenvolver o potencial humano, seus conhecimentos, suas habilidades, com autodisciplina decorrente da autonomia e da responsabilidade.
Esses e mais alguns são requisitos essenciais para a atuação do pedagogo no setor de recursos humanos de uma empresa.

Ratificando nesse momento o motivo da escolha do tema apresentado aqui é devido a grande dificuldade das empresas estarem aceitando um pedagogo no setor de Recursos Humanos, um cargo no qual no compete, mas devido a falta de informação ou outro motivo que no momento não conheçamos, esse cargo vem sendo ocupado por psicólogos.

Sabendo-se, pois, que um pedagogo formado criticamente, pode e deve atuar sim numa empresa devido a sua formação que não especificada - como o psicólogo - e sim numa visão ampla, pois sua formação consiste na própria psicologia, na sociologia, na filosofia, na história, na administração e, na gestão de recursos humanos e materiais financeiros.

O mercado de trabalho já tem exigido e cobrado das empresas mais ações de responsabilidade social. Com isso, está crescendo a demanda por profissionais especializados para planejar, coordenar, executar, e divulgar projetos sociais principalmente na área de educação.

Portanto este projeto vem ressaltar a grande importância da atuação do pedagogo dentro de uma empresa. Seu papel como educador e mediador, seu perfil e suas funções pedagógicas e metodológicas.

O instrumental de coleta de dados utilizado nesta pesquisa foi a análise de conteúdo.

Rodrigo dos Santos Nogueira
Rio de Janeiro, 2005.

Pessoas é que fazem a diferença nas empresas


Pessoas é que fazem a diferença nas empresas

Autor: João B. Sundfeld
Data: Fevereiro - 2009

Seria possível copiar os resultados de uma empresa bem-sucedida, sem copiarmos os processos que a levaram aos bons resultados? Os processos incluem tecnologia, máquinas, equipamentos, materiais, software e pessoal treinado. A motivação das pessoas para realização das tarefas com sucesso depende de fatores que vêm do coração, do íntimo. E isso não se copia. Conclui-se que, sem criarmos condições para as pessoas adotarem comportamentos alinhados aos objetivos da empresas, nunca conseguiremos atingir melhores resultados.

O sistema educacional formal não está em consonância com as necessidades do mercado e privilegia a assimilação de informações ao invés de educar as pessoas para mudarem comportamentos e aprenderem a raciocinar. As empresas, por sua vez, não estimulam seus colaboradores a pensar antes de agir. A criatividade fica sobre os ombros de uns poucos, que se orgulham disso, mas sua produtividade é pífia perto das necessidades das empresas. A maioria deve apenas seguir as ordens e nada criar.

Modernamente, surgiu a Gestão do Conhecimento. Suas premissas têm base na aproximação entre a empresa e o ser humano, valorizando a intuição, a informação obtida e analisada por meio do conhecimento, dos sentimentos, da autonomia, do pensamento sistêmico e da administração participativa

Empresas de vanguarda já adotam técnicas reconhecendo que o conhecimento é um ativo de grande valor e que não deve ser desprezado.

No Brasil, a maioria das empresas enfrentou uma crise de sobrevivência após a abertura do mercado em 1990, tendo que competir de forma inteligente e profissional. Com a implantação do Plano Real, em 1994, novas dificuldades surgiram para as empresas navegarem num mar onde a inflação era declinante e reajustes de preços traziam importante perda de competitividade. A crise econômica e financeira iniciada nos EUA em 2008 trouxe problemas às empresas e para milhões de pessoas no mundo todo.

Apesar de o Brasil estar em melhores condições do que no passado, ainda sentimos a queda do PIB e o aumento do desemprego. Estamos na expectativa da retomada do crescimento, o qual, ao que tudo indica, ficará para 2010.

Em qualquer situação, porém é evidente que a melhor forma de as empresas enfrentarem as adversidades é contar com seu capital humano. Trata-se de uma vantagem competitiva importante. Organizações que podem contar com o talento dos funcionários e com o conhecimento coletivo, incorporado à cultura e aos sistemas e processos da empresa, certamente terão melhores armas para aproveitar a ocasião atual, repensar estratégias e alterar enfoques.

A nosso ver, a melhor tática é adotar um programa visando reciclar os colaboradores, criando condições para mudanças de comportamento, utilizando um sistema de transmissão de conhecimentos adequados às necessidades da empresa e aproveitando os talentos existentes. O tempo a ser despendido e a percepção de resultados concretos dependerá da participação efetiva de todas as lideranças, especialmente do principal executivo da organização, cujo comportamento exemplar sempre estimula todos.

Em 1996, participei de curso para brasileiros, proporcionado pela AOTS em Nagoya no Japão, com o Prof. Morita, sobre Mudança de Comportamento (Changing Behavior). Aprendemos a utilizar técnicas que permitem ao individuo, assimilar as vantagens de agir de modo mais adequado para melhorar seus relacionamentos interpessoais. Devidamente autorizado, traduzi os textos para o português. Contando com a participação de nosso colega do Instituto AOTS São Paulo, Prof. Luciano Mazza, ministramos vários cursos sobre o assunto, na USP e em empresas do mercado.

Os conceitos da Administração Participativa, pelos quais os colaboradores são chamados a opinar sobre decisões, são imprescindíveis. Com dedicação e comprometimento é possível alterar os rumos da empresa e criar um futuro com bases sólidas. Com a participação efetiva e eficaz de todos quantos têm interesse nos bons resultados, sejam proprietários, fornecedores, clientes e colaboradores, a empresa só tem a ganhar. Considerando a automatização de processos industriais, os operários podem utilizar sua capacidade intelectual para aumentar a produtividade. Segundo Kiichi Mochizuki, ex-executivo de uma siderúrgica japonesa, “com as fábricas computadorizadas e máquinas controladas digitalmente (...) as habilidades passaram de destreza manual para intelectual”. Educação e treinamento, incluídos no planejamento estratégico das empresas, possibilitam a utilização do capital intelectual dos colaboradores. Em minha opinião, não restam dúvidas de que as pessoas é que fazem a diferença numa organização.

(*) João Baptista Sundfeld, economista, mestre em Educação, professor de Planejamento Estratégico e Análise Financeira, é sócio da Sundfeld & Associados.


Plestra AFA


Palestra realizada à Academia da Força Aérea em Pirassununga junto a Divisão de Ensino
Temas Abordados:

1. Constituição Federal de 1988;
2. Definições de Meio Ambiente;
3. Lei Federal 9.605 Delitos Ecológicos;
4. Intervensão Militar em Áreas de Proteção Ambinetal e em Unidades de Preservação;
5. Proteção e Instrução sobre Meio Ambiente;
6. Finalidades e Organizações das ONGs;
7. Definição e Naturesa Jurídica das ONGs.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Centro Educacional e Cultural "Pe. Donizetti Tavares de Lima"


No ultimo dia 22 de Setembro Prof. Sebastião Guilherme Sandoval Sundfeld ministrou palestra sobre “Educação Ambiental” para aproximadamente cem pessoas, realizada no “Centro Educacional Pe. Donizete Tavares de Lima” a convite da Prefeitura Municipal de Tambaú, onde foram enfatizados temas relevantes como: A importância da democracia e da cidadania para a Educação e conscientização da sustentabilidade no cenário sócio político brasileiro; Constituição Federal e sua aplicabilidade em face aos atuais dilemas sócio ambiental; A importância dos sistemas de gestão integrada na sustentabilidade dos municípios; Definição de Meio Ambiente e suas Diferenças; Recursos e Fontes de Energia Renováveis e Esgotáveis; Definições de Resíduos e Passivos Ambientas e suas prováveis conseqüências.

Enfatizando o Prof Sebastião Guilherme explanou ainda sobre a importância da formação de profissionais em Gestão Ambiental e da participação efetiva com a atual realidade em que vivemos. Sendo que para ele o profissional de Gestão Ambiental não se resume somente em questões técnicas, mas este deve estar sempre informado, deve ser otimista, deve somar experiências e agregar em seu trabalho outros e novos conceitos, ser efetivo em suas ações; ser coerente nas tomadas de decisão e passar pela vida simplesmente ajudando aqueles que necessitam; quando eleger alguém cobre se necessário, ensine as crianças, e principalmente Acredite e tenha fé no futuro.


Sebastião Guilherme Sandoval Sundfeld é Prof. da Pós Graduação da Faculdade Anhanguera Educacional de Pirassununga.

Centro Educacional e Cultural "Pe. Donizetti Tavares de Lima"


Prof. S.Guilherme

O Município de Tambaú está desenvolvendo o programa município verde e azul, e uma das metas a serem alcançadas estão nas programações referentes a Ed. Ambiental. Parabéns Tambaú, pela iniciativa de Sustentabilidade

Palestra " Educação Ambiental" realizada Centro Educacional e Cultural "Pe. Donizetti Tavares de Lima" Tambaú SP



Da esquerda p/direita: Profª Neia, Prof.Dutra, Prof S.Guilherme, Angela (Secretária Pós Graduação da Fac Anhanguera), Senhor Claudio J.Silvestre (Diretor Institucional da Associação de Reposição Florestal do Pardo Grande), Flávia Uliana (Gestão de Pessoas Muncipal)